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Um Cartão de Visita de Portugal.

ARTELUSA é uma marca exclusiva de ITALTEMPO, uma empresa fundada em 1998, vocacionada para a pesquisa, produção e comercialização de objectos apropriados ao “merchandising” de museus e de empresas topo de gama.

1998, o ano em que foi criada a Italtempo, foi também um ano de presidência portuguesa da União Europeia – e daí viria uma magnífica oportunidade para a empresa desenvolver uma linha na qual punha o máximo empenho: a cortiça portuguesa como objecto de brindes de qualidade e simultaneamente identificados com o país. Na verdade, o ICEP seleccionou na Italtempo alguns dos presentes que assinalaram a visita a Portugal das mais altas individualidades da UE e da imprensa internacional: uma pasta “organizer” e um porta-canetas na magnífica cortiça portuguesa.

Em 2000 fomos convidados a fornecer os brindes em cortiça para o pavilhão de Portugal na EXPO em HANOVER.
Membro fundador do IMMG – International Museum Merchandising Group, que fornece museus de todo o mundo, a Italtempo, foi gerida por Manuela Almeida Graça, até Abril de 2010 à testa de um pequeno núcleo familiar, que tem vindo a desenvolver contactos em todo o mundo, para dar resposta às solicitações de numerosos museus portugueses. Entre os seus clientes contam-se os quatro Palácios de Sintra, Monserrate, o Castelo dos Mouros e o Convento dos Capuchos - também chamado de Convento da Cortiça, pelo uso que dela foi feito na sua construção e muitos outros, nacionais e estrangeiros, embaixadas, hotéis, bancos e entidades como a Federação Portuguesa de Futebol.

A  pesquisa de brindes e novidades também a nível internacional, foi particularmente intensificada desde que há um ano a pequena equipa se viu reforçada por Paola Graca  segunda geração da família, que vem colaborar na expansão da marca. O sector da exportação está agora em crescimento, com clientes nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Luxemburgo, Escandinávia, França e Espanha, para além da sua introdução numa linha de cruzeiros.

A proposta de brindes é muito diversificada, mas a paixão pela cortiça levou Manuela Graça e Paola Graça a desenvolvererem uma colecção especial, ARTELUSA, para clientes nacionais e estrangeiros. Através de parcerias com pequenas indústrias especializadas, e com muita imaginação, vêm surgindo as mais variadas criações que vão desde a área dos produtos para escritório à  moda, com elegantes malas e carteiras, cintos e até um invulgar e lindíssimo guarda-chuva!

A forma de trabalhar varia entre o altamente sofisticado papel de cortiça, passando pela folha suave e maleável de carteiras e chapéus, até à cortiça virgem, artesanal, em curiosas peças onde encontramos ainda a forma rugosa da casca do sobreiro.

Atribuindo o seu êxito em grande parte à qualidade da sua matéria-prima e da mão-de-obra portuguesa, a ARTELUSA está agora pronta a avançar cada vez mais longe na internacionalização, provando que as viagens de circum-navegação da cortiça não terminaram com os Descobrimentos!

A Cortiça

É uma grande mancha verde-escura no mapa de um pequeno país, 736 mil hectares que correspondem a cerca de um terço do total da área de montado de sobro nos 7 grandes produtores mundiais: Portugal, Espanha, Argélia, Marrocos, França, Tunísia e Itália.  Além-Tejo, reina o sobreiro mediterrânico, Quercus Suber, de que Portugal extrai todos os anos quase 190 mil toneladas de cortiça, que correspondem a cerca de 51 a 54% da produção mundial.

O sobreiro é uma árvore que tem de ser cuidada e amada por sucessivas gerações. Só ao fim de 25 anos de vida entra em fase de produção, quando o tronco atinge uma circunferência de 70 centímetros e se pode dar início a um ciclo de crescimento e colheita da cortiça em cada 9 anos, que se prolonga ao longo de mais de 150 anos.

Desde há milénios que a cortiça se tornou companheira de percurso da evolução do homem. Há 5.000 anos já era usada nas artes da pesca, desde a longínqua China às praias da Babilónia. E em Éfeso foi descoberta uma ânfora, vedada com uma rolha de cortiça, datada de um século antes de Cristo, que continha ainda vinho, à data da descoberta nos nossos dias!

Os portugueses demonstraram uma pouco habitual percepção do valor deste tesouro da terra, ao decretar, em 1209, as primeiras leis agrárias de protecção às florestas de sobreiros, os “montados”.  O sobreiro desempenhou também um papel importante nos descobrimentos portugueses pois os construtores das caravelas descobriram que a madeira, o “sôvaro” como era então chamada, era a melhor para as partes mais expostas dos barcos, como os mastros e deques, pois que nunca apodrecia.

Mas o que deu ao sobreiro e à cortiça o seu destaque mundial foi a sua aliança com os vinhos. De facto, a partir da invenção da garrafa de vidro, depressa se verificou que eram parceiros naturais, em particular na conservação das qualidades do vinho. A rolha de cortiça foi assim adoptada pelos grandes vinhateiros.

No entanto, a par desse mercado tradicional, começaram a surgir novos nichos de oportunidade, com sectores de indústria como a construção civil, acessórios de cozinha e mesa, mais recentemente o design de assentos para a indústria automóvel e, talvez mais extraordinário ainda, a presença da cortiça no vaivém Columbia, cujo enorme tanque de combustível recebeu um revestimento incorporando cortiça extraída de 225 sobreiros portugueses!

Uma outra indústria começou recentemente a ser conquistada pelas virtudes da cortiça: a moda e os seus inúmeros acessórios.  A beleza do tom de mel que é natural à cortiça, o efeito acetinado dos seus acabamentos, a versatilidade das suas utilizações, desde o antiquíssimo uso para sandálias, a elegantes e modernas pastas para executivos do sec XXI, passando por chapéus frescos e confortáveis, malas e carteiras de design imaginativo e até ao guarda-chuva leve e impermeável, a conquista da cortiça está ainda no seu início.

Na ARTELUSA sabemos que temos um trunfo na mão: uma matéria-prima natural, elegante, versátil, que procede de uma fonte que se auto-renova, em ciclos que interligam os séculos e as gerações.

Porque amamos a Natureza, escolhemos trabalhar de uma forma que respeita a sua harmonia e a sua conservação. Por isso lhe apresentamos uma colecção muito especial. Faça como nós, na ARTELUSA.

Pense verde. Pense cortiça.

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